Mostrar mensagens com a etiqueta Pedro Miguel. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pedro Miguel. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

O rio pode vir do topo das montanhas.


O rio pode vir do topo das montanhas; Pode trazer a água num estado limpo, fresco e bonito, mas é no mar que a diversão se faz sentir. É no mar que existem as ondas que me faz levantar a cabeça para tentar ver para lá da onda de metro que vem com toda a força na minha direcção. Podem os mares ser os pais dos rios, mas são os rios que me dão a alegria de chapinhar e nadar tranquilamente sem pensar que irei ao fundo, ou que virá um monstro qualquer para me comer de primeira, as pernas do meu corpo. O mar pode ser grande para me meter medo e tonturas se não estiver habituado, mas é com a sua imensidão que chego a sonhar com o futuro que está para vir. É ele quem cria o grande horizonte que me deixa a pensar nos milhares de quilómetros que separam as pessoas umas das outras.

Os rios são na verdade os pais, e os mares os filhos destes. O mar é grande de dimensão e rebelde no número que guarda no seu interior, o rio pode ser pequeno, mas sem a sua nascente o mar não existia.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

És o sorriso que transportas no rosto.

És o sorriso que transportas no rosto. És o resto do sol quando dorme. És os buracos da lua quando não se vê. És o dia quando a noite se põe. És o dia quando a noite me devora a alma. És a alma que me aquece o corpo quando preciso de mimo.

Tu mudaste-me.

Imagem por ERIC SAY HI

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Tal como eu confio em ti...

Ter medo é normal meu amor. Atreve-te a seguir-me. Dá-me a mão para que possa partilhar tudo o que viver. Mostrar-te como a vida nos mata de susto quando caímos, ou pegar numa mochila com pouca coisa e arriscar sair de casa e caminhar em direcção ao desconhecido durante um fim-de-semana inteiro. Vamos viver a nossa geração. Se não a tivermos que a inventemos. Namoriscar nos cantos que o mundo nos oferece. Nas cidades em que o barulho dos carros se atira à parede e por lá fica agarrado como um eco. Ficam lá uma vida inteira, duas, três.


Se eu aceitei a tua mão, aceitei-te a ti como a única pessoa que me podia conhecer o coração pelo interior e com isso poder magoá-lo, é porque alguma coisa eu sinto por ti meu carinho. Se arriscaste dar-me a tua mão para te poder guiar até onde pudesse querer ir, é porque sentes alguma coisa por mim. É porque confias em mim. Tal como eu confio em ti e dou metade do que for meu ao teu coração. De ti apenas preciso do teu carinho, dos teus lábios e da tua felicidade na minha vida.

Justin Beiver não é nenhuma geração... Ele nem sabe o que é fazer a barba.

sábado, 20 de agosto de 2011

Conversas com Ela.

Ela - Queria estar contigo neste momento.
Eu - Também eu. Queria chorar no teu colo e dizer-te ao ouvido tudo o que tenho para te dizer e não há simplesmente tempo suficiente para o fazer.
Ela - Chorar porquê coração?
Eu - Porque é quando choro que te sinto mais perto de mim. É quando choro, que os teus braços me rodeiam e tu me aconchegas no teu colo com esse teu sorriso fofo nos lábios.
Ela - Oh amor, não é preciso chorares. Gosto mais de te ver a rir.

És um carinho. <3

terça-feira, 9 de agosto de 2011

sábado, 6 de agosto de 2011

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Quero deitar-me contigo e acordar contigo.

Um pouco de paciência meu amor. Relaxa os lábios e repousa os braços no meu peito. Aperta-me sempre que quiseres contra o teu peito. Quero senti-lo. Não me quero sentir sozinho. Faz-me sorrir contigo. Desperta-me com um carinho, daqueles carinhos que só tu sabes dar. Vamos até à praia, fiquemos por lá, ter-te a ti a dormir ao meu lado a apanhar banhos de sol. Irei eu até à água mergulhar o corpo e voltar a correr ainda a pingar atirando-me para cima de ti. Não preciso de toalha quando te tenho a ti.

Quero deitar-me contigo e acordar contigo.

sábado, 23 de julho de 2011

Somos da geração do Harry Potter...

Se hoje somos da geração do Harry Potter, os nossos filhos não irão perceber grande coisa, e apenas verão isso como mais uma coisa que aconteceu na história da civilização. Como nós com o Star Wars, ou outras coisas que já aconteceram e marcaram uma geração. Um dia, os livros do Potter, serão os livros mais estranhos na casa. Os livros com mais de 20 ou 30 anos numa estante a ganhar pó, e iremos falar e mostrar como aquele livro e filme nos maravilhou durante 10 longos anos.

Morreremos e assim a vida continuará. Virão ao mundo novos filmes e novos livros que marcarão uma geração. 

terça-feira, 19 de julho de 2011

Somos fortes...


Em todos os momentos eu espero que sorrias. Em todos os momentos espero que sejas feliz. Em todos os bocados que passo contigo, um bocadinho todos os dias, espero salvar uma pequena parte de ti. Porque não quero que o que és aí dentro, mude por minha causa. Porque nós não conseguimos voltar para o passado. Por isso temos de tentar ser os melhores agora, para não nos preocuparmos ou olharmos para trás e vermos que fomos maus nisto ou naquilo. Mesmo assim irá sempre acontecer. Mas contigo parece que o que quer que faça de mal, logo é remediado com uma ternura vinda de ti e de uma compreensão vinda de mim, que nos faz contentes. De sorrir um para o outro, só porque nos apetece.

Somos fortes, seja no que for, meu amor.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Vamos ser fortes.

Nós vamos arranjar algum coisa. Vais arranjar trabalho agora nas férias para que não estejas longe de mim, nem eu de ti. Eu gosto de ti. Só me preocupo contigo. És tu que me fazes feliz. É contigo que me importo mais. Chegámos até aqui sozinhos e não vamos desistir um do outro agora. 

Vamos ser fortes. Vamos?

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Há bastantes "drafts" em branco.

Boa tarde. Propunha a todos os que escrevem neste blog, a dar uma olhadela nos posts e entradas que estão por publicar (drafts/Rascunhos). Há bastantes "drafts" em branco. E, eliminando-os ajudava a manter a lista de posts limpa.

Mas isto sou eu. :#

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Quando te compro algo.

Quando te compro algo, meu delicioso coração. Sorris e abraças-me com todas as tuas forças, como se me quisesses transmitir tudo o que estás a sentir dentro de ti. Todas as expulsões de alegria que tens nesse momento. E eu não me importo que me apertes de tais maneiras que chegue a ficar sem ar. Gosto de te ver feliz. De sorrisos formosos.


Se te compro as coisas, é porque tive uma visão de como ficas tão nobre com a peça de roupa vestida, ou com o que quer que te comprasse nas mãos. Ou porque te dava jeito, porque te ajudaria a melhorar a tua vida. E, não me preocupando eu com o futuro, julgaria eu, que serias feliz com tudo o que te desse até então.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Desejo poder escrever

Desejo poder escrever e viver milhares de histórias contigo.

Deixas?
Ou melhor...
Queres?

domingo, 22 de maio de 2011

Vou escolher a dedo, uma pequena estrela do céu. Colocá-la debaixo da tua almofada e esperar que venha a fada das estrelas e te dê o sorriso mais bonito do mundo. Em vez de dinheiro, como acontece com todos os dentes que colocas debaixo da almofada, para que a fada dos dentes, venha à noite quando à noite já dormes, e os troque por moedas de oiro.

Não irá faltar um dia, que não me mostres o teu sorriso.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Quando foi a tua ultima vez?

No meio de tanta tecnologia, Internet, facebook, televisão, mp3's... Quando foi a ultima vez que olhámos para o céu, sem que fosse para ver se ia ou não chover? Quando foi a ultima vez que lemos realmente um livro verdadeiro? Quando foi a ultima vez que lemos algo que escrevemos com a nossa própria caligrafia? Quando foi a ultima vez que sorrimos verdadeiramente, diante de alguém que nos devolve o cumprimento sincero ou não??

Quando foi a tua ultima vez?

terça-feira, 3 de maio de 2011

Então que o faça, até te encontrar.

Sabes uma coisa? Eu gosto de ti. És tu que me fazes ter borboletas na barriga e comichões inconstantes no coração. Minha princesa, és a única a quem eu dou a mão, e é só contigo que eu quero fazer piqueniques. É contigo que me sinto bem. Mesmo que não me chegues a pegar ao colo porque a força não te existe nos braços mas sim no coração, não tem mal, porque quando me envolves naqueles abraços tão apertados e tão longos, sinto, como se me pegasses ao colo.

Comparo-te com a gelatina, arrebitas-te toda cada vez que te faço cocegas debaixo dos braços, ou nos pés descalços, quando nos sentamos na relva a olhar para o sol, a contar as nuvens, decifrando os seus medos, largando-lhes doces beijos. Posso mostrar o quando gosto de ti até ao dia em que as mãos deixarem de ser firmes? Até que os lábios murcharem assim como as peles do corpo? Posso? Posso mostrar o amor que o coração com o tempo vai tornando mais vivo?


Amo-te, mesmo que não estejas aqui para eu to dizer ao ouvido. Mesmo que o teu corpo não exista, existe a tua alma, em algum corpo que desconheça. Ou que a cara ainda não me seja familiar e o nome ainda não o tenham inventado, eu amo-te. Porque pelo menos assim sofro menos. E se escrever para ti, serve para ser mais feliz, então que o faça até te encontrar.

E mais uma coisa... Eu amo-te ainda mais quando te atiras para os meus braços e me deixas que te pegue ao colo, deliciando os lábios com beijos molhados e apaixonantes.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

A crise faz mal aos corações!!

Anda tudo a ficar solteiro. E isso deixa-me preocupado. Ponho as minhas culpas na crise. Sem trabalho, não há dinheiro. Sem dinheiro, não há prendas, não há saídas ou passeios. A crise, essa cobra carregada de veneno só faz mal...


A CRISE FAZ MAL AOS CORAÇÕES!!

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Faltará sempre a melodia que lhes invade o coração.

Os homens. E quando digo homens, digo mesmo homens de cavalheirismo, onde pelo menos o respeito pelo sorriso feminino está sempre presente. São estes homens, de caneta e papel na mão que tentam de alguma maneira elevar a escrita às simplicidades de uma normal mulher. Falam por metáforas, usando sempre as palavras coração. Carinho. Braços. Beijos. Paixão. Sexo. Segredos. Tremores. Vozes. Saudades. Canções. Delicadeza Forma. União. Simpatia. Sorriso. Lindo. Bonito. Desejo. Complexo. Deformação. E uma variedade de palavras que nem o dicionário se lembraria alguma vez de usar num só texto. Quando falo nos homens, falo de mim, falo de todos aqueles que tentam escrever com o jeito, com o carinho, com a atenção, com o sentimento que a mulher de inteligências sobre-dotadas, ou apenas amores eternos escreve diariamente, esperando pelo seu amado para que lhe seja vista a grandeza da paixão que lhe vai em tão belo coração que dita por palavras, saídas da ponta da caneta, coordenada pelos dedos que tocam no corpo do homem com tão suave gentiliza.

Todos eles tentam. Poucos conseguem. E se acham que conseguem, pensam sempre que um dia conseguirão. Mesmo sabendo que não são mulheres, que as mamas nunca lhe hão-de crescer pelo peito, ou que o órgão lhes seja sugado para dentro, dando ares de outra coisa qualquer. Os que tentam, todos os dias vasculham nos textos das mulheres que escrevem, palavras, sensações, ou apenas a maneira feminina de usar as palavras para descrever de forma querida e simpática, nunca deixando a saudade e o amor das palavras que usam. Eu tento, não escrever como elas. Mas ter em algumas palavras o mesmo sentimento que elas deixam em só uma. No inicio é difícil, mas depois de conseguir tirar-lhes o ritmo dos pulmões, torna-se cada vez mais fácil, escrever como se tivesse o dito órgão vermelho nas mãos.

Faltará sempre a melodia que lhes invade o coração para conseguir escrever como elas.

"Não quero por ninguém a chorar, nem por ninguém com o coração aos pulos por lerem o que escrevo. Simplesmente apetece-me; De tantas vontades que me surge na cabeça, uma delas, é partilhar uma representação do sentimento que nunca deixará de ser cego, surdo e mudo. Chamai-lhe então o que entenderem."