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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Letter #1 , #28 , #29 *

M.
És Mundo, és Madrinha. És Meu maior orgulho! És luz que me guia e protege! És ombro oferecido, meu apoio. És regaço de verdade. És tu, M. És vital.
Podia passar horas a escrever aqui. Mas de nada serviria porque iria resultar apenas num emaranhado de palavras repetidas e (talvez) sem sentido.
O teu maior defeito continua a ser a tua maior virtude: saber ler-me como ninguém. Por isso saberás ler[-me] agora.
Agora que fico em silêncio e te deixo um xi dos nossos. Um xi e um beijo na testa!






* Também, carta desafio Facebook :p
Ao som de: Invincible [Muse]

sábado, 22 de janeiro de 2011

Néaltrú # 1

Eu sempre dou [de]mais. Sempre espero [de]mais.






... e um dia o abismo será fundo demais.

domingo, 9 de janeiro de 2011

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Kia Kaha.

Hoje descobri que, no céu, há muitas estrelas... mas, dentro de cada um de nós, onde mais ninguém vê, existe uma estrela que brilha, iluminando-nos. Dessa sim, devemos cuidar.
As estrelas, longe ou perto, ligam inúmeras pessoas que deixam seus destinos nas mãos das estrelas... pedem-lhes desejos e contam-lhes segredos.
Hoje descobri que por muitas estrelas que haja no céu, nenhuma brilha tão forte como a que tens dentro de ti. És um lutador. Não te esqueças disso... e nunca desistas dos teus sonhos! Luta. Tu consegues. E eu acredito em ti. Sempre.




Para o meu menino. Kia Kaha.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Uns dizem que isto é normal. É da pressão. É do stress. É do cansaço. É do tempo. É da vida.
Desculpas é o que não falta. Conselhos são dados mesmo sem serem pedidos.
Passagem!
Tudo é passageiro. Até as pessoas que dão os conselhos. No instante seguinte evaporam-se.
3 meses.
Este é o tempo de vida que perdi. Pedi-o porque não sorri. Ou não tanto quanto devia. Não brinquei, não descansei, não me diverti, não fui eu. Ou então fui mais eu.
Incertezas!
Uns dizem que estou aqui para tirar um curso e a diversão não faz parte.
Enganos!
Faz parte. Tudo faz parte. Até dias como hoje.
Dias em que se chora, se desespera. Em que se quer desistir. Em que se põem em causa um sonho, uma vida de trabalho e esforço. Esforço e trabalho que vemos mandado ao ar como se fossem confetis. Dias assim.
Verdades!
A verdade é que isso aconteceu. Em que fui eu e o meu eu é frágil e também se desfaz. Também sofre e também desespera.
3 meses.
Foram 3 meses que estão a acabar assim.
Finais!
Assustam-me, por norma. Porém, este sabe a água no meio de um deserto. E anseio por ele. Anseio pelo momento em que finalmente me vou tornar pessoa sociável e rir.
Finais!
Venha esse fim. Férias precisam-se!

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

(...) Há alturas em que sentimos que...








... carregamos um fardo demasiado pesado.

sábado, 20 de novembro de 2010

Vida!

Vida de mar, rebentar e continuar.


Tenho um coração de porcelana,
Preso nas rebentações do mar...
Tenho um nó na garganta
E uma vontade louca de gritar.

Então grita para que o mundo te ouça,
Não tenhas medo de gritar...
Porque embora com coração de louça,
Tu tens o direito de lutar

Eu grito... mas quem me ouve?
Desfiz a minha alma e toda a gente soube.
Eu grito... mas quem me ampara?
Toda a gente olha, mas ninguém, da dor, me dá a mortalha.

Ouve quem te for fiel, amigo e companheiro
E essa pessoa será, para ti, o mundo inteiro
Mas não desistas de gritar...
E mesmo que a louça se quebre,
E em pedaços de dor se converta,
Lembra-te que nunca o mar se perde,
Nem quando uma onda rebenta

A onda rebenta e traz-me o futuro.
A onda rebenta e traz-me o passado.
E neste presente, tenho do nada, o tudo.
No hoje, perdi o sorriso e ganhei um olhar cansado.

Senta-te frente ao mar, e vê como ele vive
Com avanços e recuos, mas sempre sobrevive...
Sente a brisa que paira no ar
E quando alguém, um dia te perguntar
Responde que queres levar, uma vida igual ao mar!
Com a brisa, construir os sonhos
Com avanços e recuos, enfrentar lugares medonhos.
Com a força, lutar pela felicidade num mundo de loucos
E com o seu rebentar... seres tu, feliz aos poucos.

Sou coração de porcelana. Sou pedaços de pó.
Sou rebentação de mar. Mas sou eu e eu sou uma só.
Sou de estações do ano e, por vezes de sorriso no olhar.
Sou de alma desfeita, mas nunca deixo de lutar.
Desistir não é o meu verbo, o meu verbo é perdoar.
Sou olhar risonho, feito da espuma do mar.




[14\11\2010]
Poeta & Poetisa

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Ponto Final.

[06. Novembro. 2010]

Hoje soube que a meia página de história chegou ao fim. Peguei na nossa história e escrevi um ponto [f]'i'[a]'n'[t][al]. E isso foi o único que acrescent[d]ei.
Desta vez não importa que tenhas sido tu a ficar com a borracha e que tudo o resto tenha sido escrito a lápis. É que no meu estojo encontrei uma caneta e usei-a para escre[ver] o ponto final. E desta vez não há corrector que nos valha.
É que, sabes... no primeiro instante que olhei para ti, apercebi-me que já nada me doía. Tu já não me doías.

É irónico isto das histórias que escrevo... no exacto momento em que percebi que não dava, que embora não te tenha deixado part[ir], já não aceito um retorno... tu quiseste prolongar a história.
Lamento.
Desta vez a história é só minha e eu não partilho os direitos de autor.








 Segue o teu caminho. Eu já segui o meu!...














Agora? Agora já é tarde.
É que, às vezes, gostar só não chega.

domingo, 31 de outubro de 2010

V[ida] Perdida

Por onde ando?
Por onde ando eu a caminhar?
Sinto-me perdida, exausta.
Eu não sei guardar as coisas importantes...
Estou sempre a perder-me!
Perderei também os outros?
Começo a sentir que sim...
Um mundo enorme...
Sozinha?
Penso muitas vezes como seria a minha vida se não tivesse dado tantas voltas...
Seria feliz, ali, onde a água do mar é quente e sabe bem? Onde as crianças podem ser crianças e os adultos simplesmente adultos? Onde nestes dias já se viam as casas decoradas... E os meninos andavam já ansiosos...
Teria sido feliz?
Quero acreditar que sim...
É que, sabes?
Não o sou.
Não hoje. Não agora, Não há muito tempo.
Procuro dentro e fora de mim...
Sinto-me inútil.
Não encontro nada de novo.
O meu coração de retalhos está vazio...
As folhas espalhadas pelo chão... Outono!
Os meus sonhos também são outono...
Espalhados. Caídos.
Eu já não sei onde. Não os encontro.

Hoje eu não tenho coração. Deixei-o em casa.
Guardado. Na gaveta. Dentro do armário.
Esquecido?
Talvez. Talvez esqueça demasiadas coisas...
Eu não encontro caminhos. Já não sei caminhar...
Apenas encontro curvas, cruzamentos e becos sem saída.
Perdida.






Serei eu, ainda, a criança que tem o sorriso no olhar?

sábado, 23 de outubro de 2010

Estações

Ao pedirem para escrever ou desenhar algo sobre nós, que nos identifique, é sempre complicado... porque é como se isso nos fizesse escrever parte da nossa alma e mostra-la ao mundo. É que, para falar de nós, nenhuma palavra chega. Falar de nós é como falar das estações do ano.
É que, nas nossas estações, há sempre alturas em que as nossas folham caem...escurecem. Perdemos todas as nossas folhas e os nossos ramos ficam secos, quebradiços. Demasiado frágeis e vulneráveis à mãos alheias. Enquanto isso, tornamo-nos pessoas diferentes... estranhas... frias, talvez. Gelamos por dentro. Sucumbimos em ventos e chuva que ninguém parece notar. Tornamo-nos tempestades de nós mesmos. Chegamos ao mais fundo... descarrilamos. Mudamos a direcção do comboio e desviamos a próxima paragem. Então renascemos.
Renascemos porque entendemos que precisamos renascer, refazer-nos por dentro... deixar que a nossa vida volte a florir. Então, diferentes do que fomos, antevendo o que seremos... voltamos a encarar a vida de olhos abertos e força renovada. Voltamos a sorrir. [Re]Descobrimos que em nós também há música... também há a melodia afinada dos passáros, pousados nas árvores. Alegres com o renascer da vida.
Sentimo-nos quentes por dentro. Alegres. De olhos brilhantes e sorrisos rasgados. Despidos de quem fomos, vestimo-nos de roupas leves.

Essa é a primavera da nossa vida... o nosso verão. De cada vez que nos permitimos voltar a florir e deixar os nossos olhos brilhar... de cada vez que nos (re)erguemos... de cada vez que não deixamos que o outono dos dispa e o inverno nos gele. Essa é a primavera da nossa vida... a verdadeira primavera!
Então, enfim, chegamos a estação pretendida. O comboio para. Saímos. À nossa espera, encontramos as nossas andorinhas... aquelas que saberíamos que estariam lá. Que estão sempre lá... em todas as nossas quatro estações... Andorinhas p'ra vida inteira...







Créditos: a uma das andorinhas mais especiais. Que entre fotos e palavras, trouxe-me um grande sorriso um brilhozinho de felicidade. Num abraço apertado, num dia feliz... Obrigada.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Part[idas].

Crias a instabilidade na minha vida com a mesma rapidez com que mudas de música quando esta não te agrada. Só que esqueceste que eu não sou mais um daqueles teus rádios velhos que já estás farto de usar. Eu sou bem mais que isso, mas tu não vês. Não verias mesmo que eu estivesse à tua frente, enfeitada como árvore de natal, sinalizando tudo aquilo que sou e tu não v[ês.]
Mas tu tentaste. Eu sei que tentaste preencher os vazios e os espaços em branco. Porém, compreendo agora, não foram os vazios da minha vida os que quiseste preencher, mas sim os da tua. Tu também tens vazios, sabes? Talvez mais do que aqueles que [re]conheces.
Tentaste eliminar [emendar?] um vazio, mas agiste que nem uma toupeira. Cavaste. Fizeste túneis. E, depois, ficou o vazio.
E foi quando tu partiste que eu dei conta desse teu jogo sujo. Foi aí que eu fiquei a descoberto. E nessa altura vi que não ficou ali ninguém, naquele espaço que ocupaste. Não estava ali ninguém porque na verdade nunca esteve.
Às vezes pergunto-me, até, se não terás sido produto da imaginação, uma ratoeira da minha mente, tão fugaz foi o nosso tempo.
E, nessas alturas, só me apetece gritar. Gritar e fugir. Dizer 'acabou' , 'finito' e por-me a andar daqui p'ra fora. Para um sítio onde nem eu me possa encontrar! Só que deixo sempre 'pra amanhã'... 
Por vezes, pergunto-me, quando se sabe que uma história acabou?
Hoje sei o quanto é simples.
Uma história acabou quando o coração sabe que tem que deixar alguém partir.
É isso o fim!




E o nosso fim, meu querido, foi chegando aos pouquinhos. E hoje chegou, por fim, o dia em que o meu coração aprendeu que é possível deixar partir alguém, não [se] partindo [de] todo.





Nota: Obrigada a Jessica por me deixar usar a frase da sua autoria - a itálico - uma das fontes inspiradoras deste texto.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Descobri que...

Dói imensamente mais deixar partir um amigo do que um amor.












Ainda que saibas que tenha sido o grande amor da tua vida.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Val[idade] [E]xpi*[r]*[rada]

- Como estas? 
- Aninhada.
- E isso é bom ou mau?


Não sei. Não sei se é bom ou se me faz bem. Sinto-me bem assim. Aninhada em mim mesma. É que comigo, sei que posso sempre contar. Sobre mim, sei que me poderei sempre aninhar.
Porque tu já não me deixas aninhar em ti. O meu prazo de validade expirou, não foi? Sinto-o. Apesar de ainda me procurares, sei que o nosso prazo expirou.
Houve uma altura em que me perguntei porque já não me querias. Será que só porque agora dou dores de barriga já não me queres, não é?
A ilusão de poder ser diferente, de o céu poder ser branco e não azul.. de as rosas poderem ser todas do nosso azul e não o vulgar vermelho.
Eu pensava que tinha conseguido a receita. Que tinha descoberto, contigo, o segredo de um conservante forte, resistente as intempéries da vida. Mas afinal parece que também nós ficamos azedos. Dou-te dores de barriga agora. Por isso puseste o rótulo e me despachaste com uma reclamação de produto sem validade para a loja onde me foste buscar.

- Prazo de validade? Mas és algum iogurte?

Pois, se calhar aí está a questão. Eu nunca fui o teu iogurte, fui apenas a nata. Por isso agora, que já enjoaste, deitas fora. Se eu fosse o iogurte de abertura fácil, se calhar tinhas comido.
Ups! Lamento ter-te desiludido. Mas sabes? Temos pena!


Um dia sei que serei o iogurte de alguém.
Pois tu, nem para embalagem serves!


 [Trocava o meu "Tente outra vez!" por um destes...]




Créditos: Ao Ed. O mais querido dos amigos virtuais. Graças as tuas deixas, a minha imaginação trouxe-me até aqui.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Escre'vendo[-me] ...

Fixo o olhar no vazio e à mente só me vem aquela incompreensível vontade de pegar na caneta e escrever.
Só que não tenho assunto.
Não quero escrever sobre dores incompreensíveis, nem amores mal passados. Não quero tão pouco escrever sobre aquelas fotografias gastas [presas?] pelo tempo.
No fundo, não quero escrever[-me]. É que o espelho partiu-se e eu já não consigo ver-me.
Também não quero, hoje, inventar uma história nova e bonita de enternecer corações duros ou pedras de riachos.
Hoje quero apenas escrever. Só que não quero escrever[-me]!
Então escreve-se sobre o quê, nestes dias?


Se eu fosse uma pessoa normal, teria virado po lado, deixado que a vontade acabasse por passar e dormido. Mas como não sou, peguei na caneta e escrevi.
Escrevi sobre a banalidade de não escrever sobre coisa alguma!
E sabes?
Adorei!

terça-feira, 24 de agosto de 2010

 'Que ironia chamares-me tsunami,
quando és tu quem provoca sempre estragos.'




* MRP

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Com tanto fogo que anda prai...




... não achas perigoso atear o meu coração?

domingo, 22 de agosto de 2010

[Pro]c'u'rações

Procuras-me.
Com esse teu jeito desajeitado de menino mimado, procuras-me.
Fechas um pouco os olhos e fazes aquele teu ar de criança pequena, sedento de carinho, de calor.
Procuras-me.
Mas afinal porque me procuras tu?
Não sabes tu que tenho defeitos? Não sabes tu que não sou boa pescaria?
Mas tu queres-me.
Nas noites mais escuras, lá vens tu procurar-me. Sedento. Atento. À procura.
O que procuras afinal? [Quem...]
[O] [que]m [quer]es tu, afinal?
Carinho?
Não há!
Afecto?
Não [to] sei dar.
Amor?
Não tenho! Esgotei-o quando tu mesmo [que agora me procuras] me deixaste ficar para trás.
Deixaste-me sem amor [mas plena de Amor] quando me atiraste para o teu espaço fechado.
Mas, ainda assim, procuras-me!
[Saberás tu que já não sou essa menina sedenta de afecto?]
Procuras-me.
Mas eu não tenho nada para te dar!
Tu fechaste a porta!

Queres-me.
Ou serei eu que te quero e na minha cabeça toco a melodia errada?
Queres-me?
Porque me queres tu?
Quem queres tu?
A menina de outrora ou a mulher de agora?

Procura[s]-me! [procuro-te!]
[Quer]es-me..
Porque [me quer]e[s t]u?




Queres-me?
Luta por mim!

sábado, 14 de agosto de 2010

[Fin]ais.

Quando se sabe que uma história acabou? Como se sabe o fim?
Eu bem fui ao palco, mas não houve cortinas a fechar nem aplausos no final. Não houve um happy ending, mas também não foi um drama. Não houve uma última música, última dança ou frases feitas na despedida. Não houve lágrimas e, nem sequer, houve um 'adeus'. Apenas houve um abraço, um sorriso e um feliz desenlace. E um 'até amanhã'.
Só que nós sempre soubemos que o amanhã não viria.

Então é isto o fim?
Não há direito a 'desforras' como nos jogos de cartas que tanto gostamos? Nem moeda ao ar para decidir o destino que não sabes escolher?
É só isto? 
É isto o fim?
Assim, simples, concordante, banal... É isto o fim?
Então é isso.
É assim que se acabam as histórias de amor que mal tiveram tempo para começar...






É isto o fim?