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segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Néaltrú # 10

" Pergunto-me várias vezes o que vi em ti, de onde veio este sentimento que tanto me assolou, e o porquê de eu não conseguir tirar o teu sorriso da minha cabeça…Desde sempre vi que tu eras tudo o que de errado existe, tudo o que eu não gosto em alguém para ter do meu lado, tens tudo aquilo que eu não quero para mim, no entanto, tens a capacidade de fazer com que todo esse errado pareça certo, porque é em ti, porque és tu, porque em ti tudo faz sentido e não o faria de outra maneira, não valeria a pena se não fosses exatamente da maneira que és, porque nada valeria a pena se tu não fosses tu, e é cada um desses defeitos e dessas linhas de caráter que fazem de ti a pessoa que és, que fazem de ti aquela pessoa única.
Não sei o que vi em ti, sei que o que me cativou em ti foi o teu sorriso e o teu olhar, a tua inocência e carência, a tua vulnerabilidade e sensatez, tudo aquilo que se sente num só abraço, num só olhar, porque o teu olhar é o mais meigo, inocente e incrível de todos, o teu abraço é de uma carência que dá vontade de não te largar nunca, que dá vontade de te ter para sempre nos meus braços…
Sei o que me cativou, porém não sei o que me prendeu, principalmente sendo tu tudo aquilo que eu não quero para mim, o que te fez ficar?
Tu não tens rigorosamente nada do que eu procuro, nada… No entanto és tudo aquilo que eu quero para mim… "

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Néaltrú # 9



Será saudável esta ânsia repentina de divagar e de nos perdermos nos nossos baús e coisas antigas



Talvez deva apenas ficar quietinha à espera que a ânsia passe...

sábado, 7 de fevereiro de 2015

effusus #54

(...)

Vocês os dois com a mania de me querer reconstruir e de me querer obrigar a falar de coisas que não sabia [e continuo sem saber] dizer. E, agora, tantas vezes quero e preciso fazê-lo mas não tenho ninguém que me ouça, que saiba ouvir! Vocês não estão cá!
Para que reconstruir-me se agora estou perdida e vocês não estão por perto? Para que tirar-me da cabeça a velha mania do "eu não preciso de ninguém" para depois irem embora? Porquê?
A verdade é: todos nós precisamos sempre de alguém!
Mas para quê fazer de mim Gente se agora isso não passa de uma palavra num papel? 
Todos vocês seguiram com as vossas vidas... e eu? Por quê me deixaram sozinha?






... Onde ando eu?


A verdade é: Perdida.

domingo, 7 de julho de 2013

Néaltrú # 8

Eu?
Eu sou a minha alma e o meu coração.

(...) 

Uma cara bonita. Um corpo perfeito. Os olhos azuis. Ou os cabelos aos caracóis.
Porque não um coração puro?




[ Recomeço!? Talvez...
Who knows? ]

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

OHANA

Faz pouco mais de um ano desde a última vez que aquela menina deixou que os acordes da sua música se espalhassem neste cantinho.. Este espaço que é uma pequena família... de autores e leitores... Este espaço que a fez rir, sorrir, surgir uma pequena lágrima e até chorar.






Um ano depois, sabe que já não é a mesma pessoa que antes escrevia e brincava com a escrita. O que mudou? Bem, a reposta é simples: ela.
Durante o ultimo ano a corrida contra o tempo em que a vida se transformou, mudou-a. Deixou de ser aquela 'miúda' que sabia brincar e transformar as palavras. Agora, é apenas uma menina. Sim, continua a ser aquela menina "assustada" com as imprevisibilidades da sua história.. que tem um baú repleto de recordações e memórias... que guarda cada passo e cada encontro. 
E encontros são a a sua especialidade. Encontros que muitas vezes foram apenas [des]encontros. E entre encontros e desencontros, a sua vida girou. Girou, virou do avesso. Porém, ela não desistiu. Nunca desiste. A sua força é superior a dos super heróis e é capaz de mover a mais alta das montanha. E ela moveu. Nunca foi de contornar. E se assim o é, deve-o aos seus encontros... aos encontros que a alma lhe proporcionou.



Créditos: à sua força, o seu Mundo. À pessoa que uma vez lhe disse para nunca desistir e que fez com que "Kia Kaha" e "Never Back Down" fossem os seus lemas de vida. A ela: OHANA!
Ao som de: Tracy Chapman.

domingo, 18 de dezembro de 2011

Sorella Cordis *

 


Porque foi isso que te prometi.. que não [fug]iria... que não te [deixa]ria... Que todas as tuas tempestades seriam nossas. Que o meu abraço seria a tua segurança e o meu ombro o teu apoio. 
Disse-te, uma vez, que seria capaz de correr a cidade toda até te encontrar. E faria. Porque sabes? Não [d]es'x'isto d's'e'm' ti! Não desisto de quem amo. Não desisto de quem me cativa.
E mesmo que um dia pareça fazê-lo, não te assustes... estarei apenas a recuperar o fôlego para mais uma corrida...
É que... sinto as tuas dores como se minhas fossem... ao ponto de chorar abraçada a ti (sim, sei que não sabes disso), enquanto tu desabas em mim...
Mudaste[s]-me.
Tornaste-te porto seguro, abrigo, casa.
Redenção!

Cativas-me... assustas-me... E eu tento [fug]ir...
... tu não deixas.



Obrigada por tudo, [S]orella Cord[is] *

sábado, 6 de agosto de 2011

Na verdade, não escrever corrói-me. É como se tirassem um pedaço de mim para não mais mo devolver.






[Post completo aqui.]

domingo, 5 de junho de 2011

Divagações - III

Os obstáculos apenas separam aqueles que se deixam separar.





E hoje agradeço nós termos deixado.

domingo, 29 de maio de 2011

Divagações - II

- Gosto muito de ti .
- Eu sei.







... mas, as vezes, saber não chega.
De que nos adianta saber se não o sentimos?

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Paleta de tinta

(...)
- "E se o carteiro não vier?"
- "Escreves outra carta!"
- "Não posso passar a vida a escrever cartas. Não seria saudável!"
- "Não seria saudável para quem?"
- "Para ninguém!
Para além de que se gasta muita tinta e o [meu] coração já tem pouca..."





[dialogo de um sonho]
M* .

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Néaltrú # 5

Eu não tenho medo de lutar. Eu nasci para isso.
Eu apenas tenho medo que as forças me falhem... que não cheguem...




.

segunda-feira, 11 de abril de 2011

domingo, 3 de abril de 2011

Néaltrú # 3 . 1

Entende que:

Um "tenho saudades tuas", nem sempre significa um "quero estar contigo".
... um "quero estar contigo" nem sempre significa um "gosto de ti".
Contudo, um "gosto de ti" quase sempre significa um "quero estar contigo" e na maior parte das vezes, significa também um "tenho saudades tuas" constante!

quarta-feira, 23 de março de 2011

Néaltrú # 4

Mau humor latente. Espírito demente. Alma de crente.
Tento, luto e resisto. Mas às vezes também desisto. Sou fraca por natureza, mas aos olhos de todos pareço uma fortaleza.
Alma de c[a]rente. Espírito errante. Sou passageiro e sou tripulante.
Navego em mar alto, sem remos nem âncora. Sou bússola estragada numa nota desafinada. Ando sem mapa, desorientada.
Passageiro e tripulante, num mar errante. Crente. Demente!
Ando por trilhos e por becos. Labirintos submersos. Atiro-me de arranha céus, sem partir nem estilhaçar. Pedra que não precisa de amolar. Dou-me aos pobres e dou tudo o que tenho. Despidos de alma, estranhos.
Sou tripulante, sou navegador. Sou barco sem remos com falhas no motor. Sou andorinha sem asas, lutador fracassado nas batalhas.
Estilhaços, pedaços de pó. Coração de porcelana que na ponta deu um nó.
Sou tripulante, âncora atirada ao [m]ar. Sou navegador proibido de caminhar. Sou a raiz quadrada numa equação impossível, linha torta acertada com nível. Bússola errante, partida. Carta fora do baralho, perdida!
Corpos no chão, resquícios da batalha que passou. Sou tudo e do tudo nada sou.



[16-02-2011]

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Home.

Noites em branco, a ver as horas passar. Tenho dormido [até] tarde.
Faltasse as aulas e esquece-se o que é importante.
Mas nada mais importa...


... unicamente porque vou p'ra casa!





[Amanhã eu sei que vou acordar!]

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Not anymore!

"Apetece-me gritar até rebentar as artérias." *

É que crias a instabilidade na minha vida com a mesma rapidez com que mudas de música quando esta não te agrada.
Crias a instabilidade e crias o caos. Feres-me. Sempre que a minha vida ganha um rumo, vens tu desalinhar as estradas todas para que eu volte a não saber andar.
Isso dá-te prazer, já percebi.
Mas sabes? Houve um tempo em que só me apetecia sumir. Dizer "acabou", "finito" e por-me a andar daqui para fora. Para um sítio onde nem eu me pudesse encontrar. Mas isso foi há 'um tempo'. Agora acabou mesmo e eu não precisei de respirar sequer. Tu acabaste tudo sozinho. Acabaste a história que [percebi agora] era somente tua. Acabaste a história que nem sequer começou.
Fazes-me mal. Foste a minha droga, mas agora és somente a overdose... já nem és vício sequer. És a vergonha e a culpa de um adicto [mal] curado sem intenção de recaídas. És a seringa infectada de doenças que eu não quero usar [not anymore!].
Já não quero, percebes?
Eu sei que demoras a entender os meus desenhos, mas eu prometo que hoje vou-me esforçar e fazer um com legendas.
Apenas, pega na pá e na vassoura e varre-me de vez. Encaixota-me fora da tua vida. Deita fora a chave e esquece o caminho de volta.
Vira a [meia]página!
Vira-a de vez. Porque eu já virei a minha!





Ao som de: Saviour King - Hillsong

* Frase lida algures por aí e que me ficou na cabeça. Não faço ideia de onde seja!

sábado, 29 de janeiro de 2011

Néaltrú # 3

Entende que: 



um "tenho saudades tuas", nem sempre significa um "quero estar contigo".


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