sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Um e um são um e um 
Dois
Não são, nunca são
Nada. E o escuro
Aperta o dentro que
Escondido vive debaixo
Da cama vazia que foi
Que fomos que és
Serás sempre o que não foste
Nunca. Um e um são
Dois não.

7 comentários:

deixa tu também letras soltas no caminho