quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

E agora perco-me por sítios que já não têm o nosso cheiro e caminhos que já não são os nossos, e fujo-te querendo refugiar-me em mim, mas nunca me encontro. E acabo sem casa. Sem abrigo. Sem o amor que, de tão grandioso, cobria todos os átomos do meu ser.

4 comentários:

  1. sem palavras Inês, está fantástico :D
    (mas que outra coisa esperar de ti, né?)

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  2. tinha tantas saudades de cá vir e de vocês.

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  3. também tínhamos todos saudades tuas e dos teus textos Inês :D

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deixa tu também letras soltas no caminho